Todo Homem deveria ir ao puteiro – Historias Engraçadas



Todo homem deveria ir ao puteiro. Isso mesmo, pagar por sexo.Eu sei que muitos vão dizer: “ah cara, mas hoje em dia as coisas estão de um jeito que ninguém precisa disso”. Eu concordo pouco com a afirmação. Ainda existem os otakus e as frígidas.

A verdade é que a esmagadora maioria dos homens não está habituada a ser o líder na conquista. Nós dificilmente temos o poder do “sim” e do “nãão” , ou temos a possibilidade de ter o controle da situação. E esse é o ponto.

Acompanhe o raciocínio: Chega uma mulher na balada. Em menos de 10 minutos um cara oferece um drink e rasga elogios para ela, podendo eles ser sinceros ou não. O cara elogia a roupa, o cabelo, o sorriso…enfim, ele vai jogar todas as ideias para alcançar seus objetivos, fazendo a moça se sentir a Mila Kunis.

Agora o homem : passam 10 minutos e nada aconteceu, passam mais 10,20,30,1 hora e se ele continuar parado, bebendo nada irá acontecer. E pra isso mudar ele tem que ir ao ataque. Quando um rapaz vai ao inferninho (esse nome é ótimo) , ele por um breve momento tem uma experiência feminina. O cara ganha uma injeção de moral. Mulheres sorriem para ele, oferecem bebida, cigarros, puxam conversa, falam que ele é bonito, bem dotado, enfim, fazem ele se sentir o Brad Pitt, e pra isso ele só precisa ter dinheiro. Simples!

Um jovem de 18, assim como grande parte deles, teve essa curiosidade, mesmo não se tratando de um cara tímido, feio ou burro, sendo essas possíveis coisas  que geralmente justificam tal vontade.

E em um inferninho chamado Drink’s Bar,John Pitterson se aventurou em uma noite com mais um amigo. Ele estava bebendo em um barzinho em Madureira, e em um papo de doidão sobre o assunto, pensou : – Porque não?

John pegou uma van (talvez ele fosse universitário duro), e seguiu para um lugar chamado Drink’s Bar. Não era um lugar muito bonito, também próximo a uma estação de trem poucos lugares são. Mas sem exitar, entrou e cumprimentou o segurança que estava na porta, esse tinha uma cara intimidadora e feliz ao mesmo tempo, com um ar de: Ah…vai transar né rapaizinho.

Na recepção do lugar o rapaz chegou muito sem graça e olhou o recepcionista que disse o preço: – R$ 3,00 a entrada, R$ 40 reais – 30 minutos de programa.

John entrou no “bar”, o ambiente não era bonito, mas pelo preço não dava pra ser diferente. Uns coroas bebendo perto do bar, algumas garotas dançando na pista de dança e Mr catra tocando no jukebox à todo volume.

O amigo de John acenou chamando uma das meninas que estava dançando. Ela veio toda rebolando e com um cigarro na mão e disse: –Oi gatos, tudo bem?

E eles (apenas John Pitterson) muito nervosos responderam: – Oi, tudo moça.

John definitivamente não sabia como falar ou se portar na frente daquela mulher, que se chamava Leilane.  Mas bastaram 5 minutos de conversa, totalmente sem jeito, ele disse a Leila: – Vamos para um quarto? Ela por sua vez: – Claro lindo!

O sistema não funcionava assim, antes de ir para o quarto, ele passou no caixa ( isso mesmo, aquele que você passa o dinheiro). O atendente do caixa ( também conhecido como cafetão) com uma cara parecida com a do segurança que estava na porta perguntou: – Quanto tempo brother?

Pitterson respondeu: – 30 minutos e deu os 40 reais.

Entrando na cabine com as pernas meio bambas e com um pensamento de:  “Que merda eu to fazendo aqui?”

Leilane começa a tirar a roupa e vocês já sabem o que procede. ( isso não é um conto erótico)

John Pitterson saiu do Drink’s bar cheio de pensamentos. “quem era aquela mulher?” , “por que ela trabalha assim?”, “será que ela gosta?” , “será que eu mandei bem?”. Ele não tinha certeza se ia voltar lá, também não sabia se estava arrependido, tudo o que ele tinha conhecimento é que quando você tem 18 anos e está super ansioso, 30 minutos são até demais.

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