Sobre a operadora Oi – Resumo

Oi (BM&F Bovespa: OIBR3, OIBR4; NYSE: OIBR, OIBR.C), anteriormente conhecida como Telemar,  é uma concessionária de serviços de telecomunicações do Brasil. A Oi é a maior operadora de telefonia fixa e a quarta maior operadora de telefonia móvel do Brasil, sendo também a terceira maior empresa do setor de telecomunicações na América do Sul. No seu total, a empresa possui atualmente pouco mais de 50 milhões de clientes de telefonia móvel, além de 17 milhões de clientes de telefonia fixa.

Formada a partir da privatização do Sistema Telebrás em 1998, a Oi herdou grande parte do sistema de telefonia fixa existente no Brasil até então, sobretudo após a aquisição da Brasil Telecom. No total, a Oi possui concessões para a oferta de serviços de telefonia fixa em 25 estados brasileiros, além do Distrito Federal, atuando também através de autorizações nas regiões atendidas pela Vivo (Fixo), Algar Telecom e Sercomtel. Além disso, a empresa também oferece serviços de telefonia móvel, tendo sido a pioneira na introdução da tecnologia GSM no Brasil. Possui, ainda, autorização para a prestação de serviços de comunicação de dados, internet banda-larga e longa distância em todos os estados do Brasil. Após a aprovação de uma lei em 2011 que permitiu que empresas de telecomunicações prestassem serviço de TV por assinatura e e efetuar a cobrança na mesma fatura, a empresa passou a oferecer aos seus clientes o serviço de TV por assinatura Oi TV, possuindo atualmente mais de 1 milhão de clientes desse serviço.

Com estrutura unificada desde 2004, a Oi oferece um leque de produtos de telecomunicações integrados e convergentes que incluem serviços tradicionais de telefonia fixa, móvel, banda larga, ISP e outros serviços a residências, usuários corporativos de pequeno, médio e grande porte, agências governamentais e outras empresas de telecomunicações. Em seus resultados, a Oi mostra um saudável equilíbrio entre forte geração de caixa (operações fixas) e o provimento de serviços de alto crescimento (mobilidade e banda larga). Atualmente o controle da empresa é da Telemar Participações S/A. O atual presidente interino da Oi é Bayard Gontijo e o presidente do conselho José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha.

Atualmente, o endividamento da Oi já ultrapassa os R$ 30 bilhões configurando-se na maior divida entre todas as empresas de telecomunicações do Brasil. O valor da divida da empresa é o dobro de seu valor de mercado atual.

Desde que comprou a Brasil Telecom a Oi vem perdendo rapidamente participação de mercado em telefonia fixa em sua área de atuação para a GVT e a NET que focam em internet banda-larga de alta velocidade para fisgar os clientes da concessionária.

Para atingir o objetivo de conter a perda de receita a Oi anunciou um plano de investimentos de R$ 6 bilhões ao ano até 2015 onde prevê conter a queda de participação de mercado em telefonia fixa e aumentar a participação no móvel utilizando sua estrutura integrada.

A Portugal Telecom controla 25,6% da Oi e participa no seu controle. Ambas as empresas são sócias estratégicas desde 28 de julho de 2010.

Em 2015, a Oi S.A. registrou um prejuízo total de R$4,4 bi no primeiro semestre, após a aquisição da PT, um dos maiores da história da companhia. A empresa encontra-se a beira da falência e estuda investimentos na área de internet móvel e fixa para sua recuperação no segundo semestre desse mesmo ano.

Em outubro de 2015, um bilionário russo começou a investir um capital de 4 bilhões de dólares para tentar fundir a Oi com a TIM. Uma fusão entre as duas operadoras, deve ser analisada e depois aprovada pelo Cade e pela Anatel. Desde 2014, a Oi pensa em fazer fusão com a maior rival, a TIM. Entretanto, a operação era vista com cetismo pelo mercado, por que o endividamento da Oi beirava os 35 bilhões de reais.

Em 30 de março de 2016, a Oi adota uma nova identidade visual, a sua primeira mudança no design desde 2002.

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