Justiça determina demolição de barracas de praia em Lauro de Freitas

“Estamos numa situação crítica, aqui têm mães e pais de família, trabalhadores que correm risco de ficar desempregados”, disse Adenilson Oliveira, vice-presidente da Associação dos Barraqueiros de Buraquinho.

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Essa é a realidade dos donos de barraca de praia de Lauro de Freitas, após a decisão da Justiça Federal de demolir 58 estruturas na orla da cidade. Uma audiência de conciliação sobre a ação civil pública realizada, na última quinta-feira (31), na Justiça Federal em Salvador, contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), Advocacia Geral da União (AGU), Superintendência do Patrimônio da União (SPU), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), prefeituras de Salvador e Lauro de Freitas. Na oportunidade, não se definiu uma data para que isso ocorra, mas a determinação é alvo de preocupação também para frequentadores das praias da região. Serão demolidas 12 barracas da praia de Ipitanga, oito de Vilas do Atlântico e 38 barracas na praia de Buraquinho.

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