Festa Junina, Um Bigode de Respeito – Historias Engraçadas

Já era terça feira e ela já não sabia mais o que fazer. Ela já tinha ligado para todo mundo e ninguém sabia um método eficiente para tirar aquilo. Algumas colegas dela que entendiam de maquiagem diziam que poderia ter ocorrido uma reação da pele dela com aquele negócio que ela havia passado.

 

O fato era que ela já não sabia mais o que fazer. Ela já tinha passado água quente, tinha esfregado com força e nada. Tudo isso era por culpa do Américo. Ah! Se ela visse o Américo naquele exato momento, era bem capaz dela fazer alguma besteira. O molenga do Américo resolveu ficar doente logo na noite da apresentação da quadrilha. Pensava ela.

 

Lá na escola só ela, que era a professora, e o garoto mais velho, o Américo, é que sabiam corretamente a coreografia do noivo fujão. Para não estragar a apresentação das crianças ela teve que disfarçar-se de noivo fujão e dançar a quadrilha no lugar do Américo.

 

A Dona Cláudia, a mãe de uma aluna,  foi quem trouxe a rolha que, depois de queimada serviu para fazer o desenho da costeleta, da barba e do bigode. A maquiadora caprichou tanto que, mesmo após quatro dias, ela ainda estava com as marcas da costeleta, da barba e principalmente do bigode. Como a pele dela era bem branquinha a marca do bigode ficou bem realçada. Ela estava tão chateada por causa das manchas que nem se atrevia a sair de casa.

 

Ah! Se eu pegar o pamonha do Américo! Dizia ela.

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