Como funciona o Enem – o que é o Enem


Com o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica, o Ministério da Educação (MEC) criou, em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Considerado um expressivo indicador da educação brasileira e uma das formas mais democráticas de ingresso no ensino superior, o Exame é disponibilizado, anualmente, para alunos de escolas públicas e privadas nas 27 unidades federativas. Pautado nos conhecimentos e habilidades do aluno, o teste tem como diferencial a transdisciplinaridade nas questões, cuja proposta é avaliar o estudante pelo raciocínio, interpretação e domínio de todo o conteúdo ministrado no ensino médio.

Com mais de seis milhões de inscrições por ano, o Exame é utilizado pelo governo para acompanhar a qualidade do ensino no país e orientar a elaboração e implementação de políticas públicas na área de educação. Já para os estudantes, é usado como critério de seleção para bolsas parciais ou integrais (Programa Universidade para Todos – Prouni); obtenção de financiamento de graduação (Fundo de Financiamento Estudantil – Fies); complemento ou substituição de vestibulares (Sistema de Seleção Unificada – Sisu); certificação de conclusão do ensino médio em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA), ou ainda, em seleção de cotistas

Provas

Reconhecido como o maior teste educacional do Brasil, o Enem é composto por 180 questões de múltipla escolha, aplicadas em dois dias consecutivos. As provas são divididas em quatro áreas de conhecimentos: Ciências Humanas e suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia); Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Química, Física e Biologia); Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação); e Matemática e suas Tecnologias.

Os candidatos inscritos no Exame também são submetidos a uma prova de redação. Um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política deve ser produzido em até 30 linhas, seguindo a norma padrão da Língua Portuguesa.

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